Amador Bueno de Ribeira
Contexto
Pais
| Pai | Data de Nascimento | Mãe | Data de Nascimento |
|---|---|---|---|
Bartolomeu Bueno de Ribeira
|
Maria Pires
|
Companheiros & Crianças
| Companheiros | Data de Nascimento | Crianças |
|---|---|---|
Bernarda Luiz
|
Mariana Bueno
|
Eventos
Mídia
Notas
O "Aclamado"
Amador Bueno de Ribeira, capitão-mor e ouvidor da capitania de S. Vicente, cargo que ocupou em 1627, foi aclamado rei em S. Paulo em 1641 pelo poderoso partido formado de influentes e ricos castelhanos, como foram os três (pág. 419) irmãos Rendons da cidade de Coria; dom Francisco de Lemos, da cidade de Orens; dom Gabriel Ponce de Leon, natural de Guayra; dom Bartholomeu de Torales, de Vila Rica de Paraguai; dom André de Zunega e seu irmão dom Bartholomeu de Contreras y Torales; dom João de Espinola Gusmão, da província do Paraguai, e outros que subscreveram o termo de aclamação em 1641.
Não só recusou essa honra, que queriam conferir-lhe, mas ainda, com a espada desembainhada, deu vivas, como leal vassalo, a dom João IV rei de Portugal, em quem restaurou-se a monarquia portuguesa, depois de 60 anos de sujeição ao domínio dos reis de Castela. Por este ato e por outros serviços que prestou à pátria, legou um nome imorredouro à seus descendentes e recebeu carta de el-rei agradecendo esse ato de lealdade. Foi casado com Bernarda Luiz f.® de Domingos Luiz (o Carvoeiro), cavaleiro professo da ordem de Cristo e de Anna Camacho
Amador Bueno de Ribeira, capitão-mor e ouvidor da capitania de S. Vicente, cargo que ocupou em 1627, foi aclamado rei em S. Paulo em 1641 pelo poderoso partido formado de influentes e ricos castelhanos, como foram os três (pág. 419) irmãos Rendons da cidade de Coria; dom Francisco de Lemos, da cidade de Orens; dom Gabriel Ponce de Leon, natural de Guayra; dom Bartholomeu de Torales, de Vila Rica de Paraguai; dom André de Zunega e seu irmão dom Bartholomeu de Contreras y Torales; dom João de Espinola Gusmão, da província do Paraguai, e outros que subscreveram o termo de aclamação em 1641.
Não só recusou essa honra, que queriam conferir-lhe, mas ainda, com a espada desembainhada, deu vivas, como leal vassalo, a dom João IV rei de Portugal, em quem restaurou-se a monarquia portuguesa, depois de 60 anos de sujeição ao domínio dos reis de Castela. Por este ato e por outros serviços que prestou à pátria, legou um nome imorredouro à seus descendentes e recebeu carta de el-rei agradecendo esse ato de lealdade. Foi casado com Bernarda Luiz f.® de Domingos Luiz (o Carvoeiro), cavaleiro professo da ordem de Cristo e de Anna Camacho
Maria Pires